O bom da vida é a sua instabilidade, a sua falta de nexo, sua desordem! Posso estar feliz hoje por uma conquista ou algo encantador e posso acordar amanhã triste querendo o meu fim e o desse mundo. Posso perder alguém a quem declarei amor eterno e que julguei insubstituível ao passo que posso de fato substituir e encontrar novos amores e ai sim, ir construindo, aos poucos, minha eternidade. Posso sentir um dia cinzento e nublado hoje quando na verdade o sol brilha com toda força e imponência. Eu posso hoje escolher ser imponente como o sol, e nublar minhas decisões com frieza e calculismo e amanhã posso me entregar por completo, ser pura emoção, dando ao coração o poder de decidir TUDO que é inerente a mim. Tudo depende de como eu haja, do que eu quero, de como me proponho a levar esse paradoxo inexplicavelmente maravilhoso que é a vida. Eu adoro viver, e, portanto, também adoro esse não saber. O inesperado se revela como algo incrível, intrigante, instigante, apaixonante. Eu tenho a opção de escolher reclamar dessa vida incerta e me queixar dos seus altos e baixos ou posso agradecer por estar vivo e poder presenciar toda esse aglomerado de fatos que não tem ordem nem hora para acontecer, simplesmente acontecem. Eu escolho agradecer! Não quero perder a essência de se estar no mundo... eu quero quebrar a cara mais vezes, levantar mais forte outras tantas, me apaixonar mais, ser julgado, errar, acertar, rir, chorar, gritar, abraçar, brigar, conhecer tudo que estiver ao meu alcance, experimentar tudo que me atrai, eu quero nunca estar totalmente satisfeito, eu não quero viver por viver, eu quero viver como se deve. E a cada novo dia, encontrar novos meios de ir aperfeiçoando minha trilha, e no final de tudo, quero sorrir e gritar para o mundo: eu tracei um caminho DIGNO! Eu fui eu!
domingo, 14 de março de 2010
Eu quero ser...
O bom da vida é a sua instabilidade, a sua falta de nexo, sua desordem! Posso estar feliz hoje por uma conquista ou algo encantador e posso acordar amanhã triste querendo o meu fim e o desse mundo. Posso perder alguém a quem declarei amor eterno e que julguei insubstituível ao passo que posso de fato substituir e encontrar novos amores e ai sim, ir construindo, aos poucos, minha eternidade. Posso sentir um dia cinzento e nublado hoje quando na verdade o sol brilha com toda força e imponência. Eu posso hoje escolher ser imponente como o sol, e nublar minhas decisões com frieza e calculismo e amanhã posso me entregar por completo, ser pura emoção, dando ao coração o poder de decidir TUDO que é inerente a mim. Tudo depende de como eu haja, do que eu quero, de como me proponho a levar esse paradoxo inexplicavelmente maravilhoso que é a vida. Eu adoro viver, e, portanto, também adoro esse não saber. O inesperado se revela como algo incrível, intrigante, instigante, apaixonante. Eu tenho a opção de escolher reclamar dessa vida incerta e me queixar dos seus altos e baixos ou posso agradecer por estar vivo e poder presenciar toda esse aglomerado de fatos que não tem ordem nem hora para acontecer, simplesmente acontecem. Eu escolho agradecer! Não quero perder a essência de se estar no mundo... eu quero quebrar a cara mais vezes, levantar mais forte outras tantas, me apaixonar mais, ser julgado, errar, acertar, rir, chorar, gritar, abraçar, brigar, conhecer tudo que estiver ao meu alcance, experimentar tudo que me atrai, eu quero nunca estar totalmente satisfeito, eu não quero viver por viver, eu quero viver como se deve. E a cada novo dia, encontrar novos meios de ir aperfeiçoando minha trilha, e no final de tudo, quero sorrir e gritar para o mundo: eu tracei um caminho DIGNO! Eu fui eu!
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